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Marcos Françóia é destaque em artigo sobre Recuperação Judicial publicado por grandes veículos de comunicação

O diretor da MBF Partners, Marcos Françóia, especialista em reestruturação empresarial e referência nacional em processos de Recuperação Judicial, teve um de seus artigos publicados recentemente em importantes portais de notícia do Brasil.

O Terra, um dos maiores e mais tradicionais portais de conteúdo digital do país, repercutiu o artigo “Trump não é um deles: 4 motivos que farão de 2025 o ano recorde de pedidos de Recuperação Judicial no Brasil”, onde Françóia analisa de forma criteriosa os fatores econômicos e jurídicos que devem impulsionar esse crescimento.

Outro veículo que também deu destaque ao conteúdo foi o MT Econômico, conhecido como um dos portais de economia mais relevantes do Centro-Oeste brasileiro, especializado em negócios, mercado e agronegócio. A publicação reforça a relevância do tema e a autoridade de Françóia no cenário nacional.

O artigo traz reflexões importantes sobre o ambiente econômico atual e alerta empresários e gestores sobre a necessidade de se prepararem para um cenário de maior complexidade e riscos.

Quando o desafio se transforma em oportunidade

Momentos de instabilidade podem ser decisivos para a sobrevivência e o futuro das empresas. A adoção de estratégias sólidas de turnaround empresarial, a análise criteriosa da viabilidade econômica e a busca por alternativas legais, como a recuperação judicial ou extrajudicial, são caminhos que permitem a reestruturação eficiente de negócios em dificuldades.

A MBF Partners é referência nacional nesse processo. Com mais de 30 anos de atuação, sua equipe multidisciplinar alia experiência prática à visão estratégica, oferecendo soluções que vão além da crise, promovendo gestão eficiente, governança e sustentabilidade empresarial.

Marcos Françóia, mais uma vez tem destaque em canais de comunicação pelo país, dessa vez com artigo “Governança como Controle e Prevenção de Crises Empresariais”

O diretor da MBF Partners, Marcos Françóia, especialista em turnaround empresarial e em processos de recuperação judicial, teve recentemente um de seus artigos publicados em portais de notícia de grande relevância no Brasil.

Gazeta de Alagoas, veículo de comunicação de destaque no cenário nordestino, repercutiu o artigo “Governança como controle e prevenção de crises empresariais”, assinado em coautoria com Mariana Denuzzo Salomão e Rosana Amadeu. O conteúdo aprofunda a discussão sobre a importância da governança como ferramenta essencial para antecipar, controlar e mitigar riscos que podem levar empresas a situações de crise.

O artigo destaca que a adoção de práticas de governança não deve ser vista como burocracia ou custo extra, mas sim como um investimento estratégico capaz de proteger o patrimônio, garantir a transparência das decisões e oferecer maior estabilidade organizacional em cenários de incerteza.

Quando prevenção é sinônimo de sustentabilidade

Em um ambiente de negócios cada vez mais desafiador, prevenir crises é tão importante quanto saber enfrentá-las. A implementação de regras claras, a delimitação de responsabilidades e a profissionalização da gestão são medidas fundamentais para fortalecer empresas de todos os setores.

MBF Partners é reconhecida nacionalmente por sua atuação em reestruturação empresarial, governança corporativa e compliance, valuation, auditoria e planejamento estratégico. Com mais de 30 anos de experiência, a empresa alia conhecimento técnico a soluções práticas que transformam riscos em oportunidades de crescimento sustentável.

Produtor Rural tem Plano de Recuperação Judicial aprovado; mais um caso que a MBF laudou a viabilidade econômica

Caso de Minas Gerais

O Grupo RCA, formado depor um produtor rural e uma empresa do setor de insumos agrícolas, alcançou um marco importante em sua trajetória: a aprovação do Plano de Recuperação Judicial (PRJ) em 05 de setembro de 2025, após mais de um ano de intensas negociações. O PRJ, antes de aprovado e analisado pelos credores, teve sua viabilidade econômico-financeira laudada pela MBF.

O processo, que tramita na Vara Empresarial de Uberaba/MG, envolve um passivo inicial superior a R$ 82 milhões e conta com mais de 80 credores habilitados. Desde junho de 2024, quando o pedido foi protocolado, foram necessárias sucessivas Assembleias Gerais de Credores (AGCs), com suspensões e ajustes, até que se alcançasse um consenso que permitisse a continuidade das atividades da empresa.

O que é o laudo de viabilidade e por que ele é decisivo

Em processos de Recuperação Judicial, em conjunto com a avaliação patrimonial dos bens e ativos, o laudo de viabilidade econômico-financeira é um documento essencial, previsto na Lei nº 11.101/2005 (Art. 53, incisos II e III), que regula a Recuperação Judicial, Extrajudicial e a Falência de empresas. Ele demonstra de forma técnica se a empresa tem condições reais de se recuperar, gerar resultados e cumprir com as obrigações previstas no plano.

O estudo apresenta projeções financeiras, análise de fluxo de caixa, capacidade de geração de resultados futuros, funcionando como uma bússola para credores, administradores judiciais e para o juiz decidirem sobre a viabilidade do plano. A lei também determina que o plano de recuperação, incluindo o laudo, deve ser apresentado em até 60 dias após o deferimento do processamento da Recuperação Judicial (RJ), garantindo transparência e credibilidade, reduzindo riscos de objeções ou rejeição do plano.

A importância da competência de quem laudos de viabilidade

A não entrega do PRJ acompanhado de laudos patrimoniais e de viabilidade pode resultar em falência. Por isso, é indispensável contratar profissionais ou empresas habilitadas e experientes para elaborar esses documentos. Contudo, a escolha inadequada, ainda que atenda o prazo, pode comprometer o processo de recuperação e as negociações com credores, caso os dados não sejam tratados com a devida expertise.

No caso do Grupo RCA, a MBF Partners, com mais de 30 anos de experiência em turnaround empresarial e gestão de crises corporativas, foi responsável pela elaboração dos laudos de avaliação patrimonial e de viabilidade econômico-financeira. Para o sócio-diretor Marcos Françóia, especialista em reestruturação e também administração judicial, o documento foi determinante para construir credibilidade junto aos credores:

“Cada caso é único, mas para os produtores rurais, a Recuperação Judicial ainda é um tema desafiador. O laudo mostrou, com base técnica e dados sólidos, que havia caminhos possíveis para a continuidade saudável da empresa e da produção rural. Isso deu confiança para os credores aprovarem o plano. É muito gratificante ver mais um PRJ que a gente laudou sendo aprovado. Nos últimos 2 anos, os casos que atuamos somam cerca de R$ 1 bi em dívidas que estão sendo equalizadas.”

Marcos Françóia tem destaque em artigo que analisa papel do Administrador Judicial em recuperação empresarial e ressalta importância da atuação técnica

O artigo “Mais que judiciais, os AJ´s precisam ser administradores”, assinado por Marcos A. Françóia (Grupo MBF Partners), foi publicado no portal RecuperaçãoJudicial.com.br. Nele, Françóia faz uma análise profunda sobre a necessidade de elevar o papel do Administrador Judicial (AJ) em processos de recuperação, alinhando-o mais a um gestor de crise do que a um mero fiscal.

Marcos, começa destacando que, com a exigência da perícia prévia (art. 51-A da Lei 11.101/2005), o Judiciário passa a ter uma condição mais técnica e criteriosa para deferir o processamento da Recuperação Judicial o que exige dos AJs uma atuação mais qualificada desde o início.

Françóia argumenta que o papel do AJ deve ultrapassar a fiscalização documental, incorporando análise de relatórios gerenciais, consistência contábil, fluxo de caixa, passivos ocultos, viabilidade operacional e compreensão da dimensão humana da crise conflitos societários, vaidades, cultura interna etc. Ele propõe que os AJs atuem em equipes multidisciplinares e liderem a interlocução entre recuperanda, credores e Poder Judiciário, sugerindo caminhos sem necessariamente substituir o poder decisório da empresa.

Também chama atenção para riscos como o vazamento de informações estratégicas em autos processuais (listas de funcionários, preços, contratos), o custo de deslocamento para AJs externos e a importância da regionalização da atuação para tornar o processo mais eficiente e menos oneroso.

Françóia conclui que a Recuperação Judicial deve ser usada como meio de reestruturação efetiva e preservação de empregos, e que isso só é possível se os Administradores Judiciais adotarem um perfil técnico, sensível e atuante não apenas um papel formal de fiscalização.